Liga dos Amantes do Sexo
Quem sou eu
- AGAE
- Somos capazes de mudar tua vida libertando-a do medo, da dor, da solidão e do preconceito.Entregamos a você a chave para poder mudar, se assim desejar, sem te obrigar a fazer nada que não queira.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sábado, 18 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Dois amores um desejo
Surgi uma paixão que completa meu desejo...,um amor proibido que me consome,que me coroi o peito. teu nome ? SIGNO LEÃO!
"NÃO SE PODE TER DOIS CORAÇÕES EM UM PEITO MAS PODE TER DOIS AMORES NO MESMO CORAÇÃO,QUE DIVIDEM O MESMO CORPO MAS NUNCA A MESMA ALMA DE UM HOMEM COM TUDO CRIA-SE UM NOVO MUNDO."
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
"Sempre é muito mais fácil acreditar na própria bondade, do que enfrentar os outros e lutar por seus direitos.Sempre é mais fácil ouvir uma ofensa e não revidar, do que ter coragem para meter-se num combate com alguém mais forte; sempre podemos dizer que não fomos atingidos pela pedra que nos atiraram, é só de noite - quando estamos sozinhos e nossa mulher, ou nosso marido ou nosso amigo de escola está dormindo - só de noite que podemos chorar sozinhos a nossa covardia."(Paulo Coelho-'O Demônio e a Srta Prym) Duquesa Geminiana
Duas Mulheres...
"Sou duas mulheres: uma deseja ter toda a alegria da vida, a paixão, as aventuras que a vida pode dar.A outra quer ser escrava da rotina, da vida familiar, das coisa que podem ser planejadas e cumpridas.Sou a dona de casa e a prostituta, ambas vivendo no mesmo corpo e lutando uma contra a outra."(Paulo Coelho-Onze Minutos) Duquesa Geminiana
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
"Só Entre Nós"
"Para todos aqueles que andam sós por aí; enfrentando os dilemas e os mundos criados por sua própria solidão.Para os solitários, cuja as vidas são quartos fechados: o Amor é a porta ... não se pode ter medo de abri-la ..."(Trecho do livro 'Só Entre Nós') Duquesa Geminiana
Onze Minutos...
"Quando não tinha nada a perder; eu recebi tudo.Quando deixei de ser quem era, encontrei a mim mesma!"(Paulo Coelho) Duquesa Geminiana
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
PROFANADO
SEXO: SAGRADO OU PROFANO (final)

“Algumas mulheres do harém, quando apaixonadas entre elas, praticam nos respectivos “yones” (clitóris) os atos da boca, e alguns homens fazem o mesmo com as mulheres. A maneira de fazê-lo (isto é, beijar o “yone”) deve ser distinta do beijo na boca. Quando um homem e uma mulher se deitam em ordem inversa, ou seja, a cabeça de um lado dos pés do outro, e empenham-se nesse congresso, temos o congresso do corvo.”
À primeira vista, parece-nos uma narração banal de sexo entre as mulheres de algum harém ou que “o congresso do corvo” seja uma nova denominação para o sessenta e nove, o popular “meia-nove”. Ilusão de ótica. O texto acima é um versículo do Kama Sutra, ou o “Aforismo Sobre o Amor”, temática obrigatória no currículo dos cursos de Teologia hindu.
Apesar de a cunilíngua ser uma relação sexual condenada e proibida pelos brâmanes, por se tratar de prática dos eunucos e membros das castas inferiores, Vatsyayana, o compilador dos Kama Sutra, faz o seguinte comentário a respeito do sucesso do atual “meia-nove” entre as mulheres das castas superiores:
“Por tais práticas, as cortesãs abandonam homens possuidores de boas qualidades, liberais e inteligentes, e sentem-se atraídas por pessoas baixas, tais como, os servos e os tratadores de elefantes.”
Tal comentário passaria despercebido nessa época do pós-modernismo, em que pais ultramodernos oferecem suas camas para as filhas dormir com os namorados, se não fosse o responsável pela publicação um modesto estudante hindu de Religião e remontasse tal observação a quase dois mil anos atrás, época em que Mallinaga de Vatsyayana reuniu antigos textos, cujos autores os receberam diretamente dos deuses, e os condensou no livro “Os Kama Sutra”.
Na minha crônica anterior, discorri sobre o sexo no Velho Testamento: dos amores de Dalila que levaram Sansão ao esgotamento físico, das farras salomônicas de Salomão com a rainha de Sabá, e do estupro praticado por benjaministas contra uma jovem esposa de um levita, culminando em guerra sangrenta entre judeus. Há mais histórias de sexo bíblico de fazer corar qualquer sacristão, porém, hoje, vou me ater em outras religiões, onde, também, o sexo é tratado sem tabu nem preconceito, apenas como um segmento natural de perpetuação das espécies.
Assim conta a Lenda Hindu.
O deus mais popular do Hinduísmo é Krishna, a forma humana do deus Vishnu (chamado de “avatar”), que de vez em quando gostava de descer à Terra para fazer traquinagem. Tomando a forma de um pastor de ovelhas, espreitava as pastoras no ba
nhar-se no rio, para cheirar suas peças íntimas. Galante e sedutor, as mulheres suspiravam por ele e à noite abandonavam o marido na cama e iam para a floresta, em busca das carícias de Krishna que, como um deus, se dividia em múltiplos avatares.
nhar-se no rio, para cheirar suas peças íntimas. Galante e sedutor, as mulheres suspiravam por ele e à noite abandonavam o marido na cama e iam para a floresta, em busca das carícias de Krishna que, como um deus, se dividia em múltiplos avatares.Apesar de ser um deus e de ter todas as mulheres aos seus pés, um dia Krishna se apaixonou por uma das suas amantes, de nome Rhadarani, abreviado “Rhada”, que abandonou o marido e foi viver um verdadeiro idílio amoroso com Krishna, na Floresta da Multidão. Quando eles se amavam, as estrelas dançavam, harpas tocavam, passarinhos cantavam e nasciam flores no lugar em que seus corpos rolavam. Metade da Índia ficou florida.
Mas até as paixões dos deuses um dia apagam o fogo e com o garanhão Krishna não poderia ser diferente. Em uma manhã de Primavera, cheia de flores por todos os lados, ele arrumou as malas e partiu sem olhar para trás. Casou-se com oito mulheres. Rhada voltou desconsolada para casa, para os braços do marido, que a aceitou de bom grado, porém ela sucumbiu à saudade das quatro mãos bobas do seu amante Krishna.
Morreu definhando das dores de amores, saudade letal do seu deus-amante.
Também aconteceu no Egito.
Osíris era um rei egípcio que governava com sapiência e justiça e por isso era muito querido pelo povo. Amava profundamente Isis, sua esposa, que a achava inteligente e sensual. Isis também amava Osíris com toda profundidade e sentimento que o coração de uma mulher pode amar um homem. Era um casal feliz.
Seth, irmão de Osíris, nutria uma inveja lúgubre pelo irmão e por isso planejou matá-lo. Mandou fazer uma arca com as medidas do irmão, ornada de ouro e pedras preciosas e numa festa em homenagem a Osíris, Seth pôs em prática o seu plano macabro: inventou que presentearia com a arca aquele cuja estatura coubesse na mesma. Os convidados aceitaram, testaram, porém a arca era muito maior do que eles. Quando Osíris fez o teste, Seth fechou a porta da arca, lacrou e a jogou no Rio Nilo. Depois espalhou a notícia de que Osíris havia desaparecido.
Ao saber do desaparecimento do seu esposo, Isis entrou em desespero. Rasgou as roupas e cobriu o rosto de lama. Depois, mais calma, vestiu luto e saiu à procura do seu amado pelo Egito, vindo a encontrar a arca muito tempo depois.
Em prantos, abriu a arca e se abraçou ao cadáver do marido. Arrastou- a até um pântano e a escondeu até encontrar uma maneira de ressuscitar Osíris. Seth descobriu o seu plano, ficou furioso, foi ao pântano e retalhou o irmão em quatorze pedaços, espalhando por todo o Egito. Isis, persistente, catou os pedaços, um a um, recompôs o corpo, fez uma magia, ressuscitou Osíris por um breve lampejo de tempo, o suficiente para fazerem amor pela última vez. Isis engravidou e teve um filho de Osíris, Hórus, vingador da morte do seu pai, anos depois.
Na África não poderia ser diferente.
Xangô era o “don juan” de Aruanda, o gostosão das tapiocas, mulherengo que só! Não podia ver uma orixá de bobeira que queria rosetar. Um dia passou na metalúrgica de Ogum, o ferreiro, e deu com os olhos na jovem Iansã, esposa de Ogum. Depois de umas insinuadas e piscadelas de olhos, Iansã caiu na lábia de
Xangô e foi morar com o orixá da Justiça, depois de uma memorável batalha de espada com seu ex-marido, Ogum.
Xangô e foi morar com o orixá da Justiça, depois de uma memorável batalha de espada com seu ex-marido, Ogum. Iansã também não era flor que se cheirasse. Moderninha, já havia “ficado” com boa parte dos orixás, dos quais havia adquirido vários poderes. Feminista ao extremo, não admitia ordem de ninguém. Audaciosa, roubou as pedras mágicas dos raios de Xangô justamente quando ele entrava em casa. Pega de surpresa, enfiou-as entre as bochechas, porém foi traída pela emoção do reencontro: ao falar “meu amor”, saíram raios e trovões de sua boca, e isso deixou Xangô irado, colérico, e Iansã foi obrigada a fugir para não levar uns catiripapos.
Primeiro bateu à porta de Ogum, tentando uma reconciliação, porém este, magoado, não quis nem abrir a porta. Tentou Oxossi, seu primeiro amor, que também lhe negou guarida. Obaluaiê, comovido com a sua desdita, deu-lhe acolhida e um exército de mortos para lutar contra Xangô. Mas ela não queria guerra com seu amado; queria chamego. Sentia saudades das carícias sensuais do fazedor de trovões. Queria rosetar. Ou “xangozar”.
– Façamos amor, e não a guerra – propôs Xangô, saudoso dos cafunés eletrizantes de Iansã. Também não gostava de defuntos. Armistício em prática, armas ensarilhadas, exército de defuntos dispensado, se amaram como se amam os deuses de Aruanda, principalmente os dos raios e das tempestades: a terra tremeu em ventanias, raios, trovões, tempestades e inundações, por quarenta dias e quarenta noites e até hoje, quando os dois resolvem fazer amor, vemos nos noticiários que alguma parte da Terra foi tomada pelas enchentes.
IMPERADOR AQUARIANO
KAMASUTRA
Segundo a história desse manual, seu autor escreveu-o especificamente para a nobreza indiana, daquela época. Sendo destinado especialmente aos homens (machos). Quem sabe, o motivo de tal opção deva-se ao conhecimento da escrita restrito aos homens nobres e à presunção de que o prazer do sexo era próprio do gênero masculino, funcionando a companheira apenas como um receptáculo do “manjar dos deuses”. Uma vez que as fêmeas eram totalmente subservientes, como a boneca inflável dos dias de hoje.
Eis um belo resumo:
“Esse livro revela todos os segredos da arte do sexo:
- os diferentes jogos eróticos preliminares;
- as zonas erógenas do corpo feminino e masculino;
- os métodos para atingir um maior grau de excitação;
- os truques para que o prazer seja mais intenso durante o coito;
- as posições para aumentar a sensibilidade do orgasmo;
- as técnicas para controlar a ejaculação e manter a ereção durante mais tempo…
Em suas páginas, aprenderemos também os segredos de algumas posições, como a libélula, o caranguejo, a amazona, o carrinho de mão, o balanço, o abraço total, a aranha, a jibóia, a tesoura, o submisso…
Escrito sem tabu, com precisão e complementado com numerosas ilustrações explícitas, Novo Kama Sutra Ilustrado reúne, em um só volume, a tradição e as necessidades modernas para o sexo seguro.”
O sexo sempre rondou a cabeça do homem, com um objetivo maior, que não fosse especificamente a procriação. Por isso, encontramos manuais eróticos sobre a sexualidade de vários povos, tais como gregos e árabes.
O Kama Sutra foi escrito, originalmente, em sânscrito, mas hoje é encontrado em quase todas as línguas (1883 é o ano de sua primeira tradução para o ocidente), com suas famosas posições sexuais, didaticamente ensinadas e sem distinção de opção sexual, nos dias de hoje. Na época era visto como uma ciência. E que ciência difícil! Há muita gente que “leva pau” nessa matéria.
A palavra Kama é traduzida como aquisição do amor ou do prazer sexual. E, o mais interessante, é ver como o hinduísmo se faz presente neste livro, quando explica sobre a prática da arte do amor. Como podemos notar, tudo na Índia tinha que ficar debaixo do chinelo hinduísta. Até mesmo o sexo.
Portanto, fica claro no Kama Sutra que, apesar de seus ensinamentos serem direcionados para o prazer, o seu objetivo principal é o crescimento espiritual do homem, dentro de sua religiosidade. Daí o fato de fazer parte da literatura religiosa do hinduísmo.
Diz ele, que se pode desfrutar imensamente das paixões sexuais, mas sem se tornar servil a elas. O sexo é apenas uma das notas da orquestra que tornam o homem bem sucedido nos seus empreendimentos. É um complemento. O que de fato é muito sábio, pois ninguém consegue viver só de paixões. Are Baba!
O Kamasutra inicia com as famosas preliminares do jogo amoroso, pois tudo que é bom precisa de uma preliminar. O preâmbulo precisa estar presente em tudo. Quem foge dessa etapa, está destinado ao fracasso, à reprovação.
E, sobre isso, Terra Chat passa-nos umas dicas fantásticas, que peço licença para reproduzir aqui no nosso blog. Afinal o amor deve ser dividido com a humanidade, sem reservas, “pois é dando que se recebe” já dizia o fofinho São Francisco.
Preliminares
Em todas as coisas ligadas ao amor, cada um deveria agir de acordo com sua própria inclinação.
- A preparação deve ser cuidadosa e devidamente planejada;
- A higiene pessoal é uma exigência;
- O uso de perfumes é recomendável;
- A iluminação deve ser branda;
- Uma música romântica cria um clima especial;
- Uma taça de vinho torna o momento inesquecível.
As mulheres, sendo de uma natureza terna, querem começar ternamente.
- Explore as zonas erógenas: seios, pescoço, pés, nádegas, etc.;
- Faça massagem utilizando óleos ou loções perfumadas;
- Faça carícias utilizando movimentos circulares e suaves com a ponta dos dedos;
- Acaricie os cabelos e beije o pescoço;
- Prolongue e valorize ao máximo o momento.
Se a mulher beijá-lo, ele deve beijá-la de volta. Beijar é uma arte em si. A boca é uma das partes mais sensíveis do corpo.
- Lembre-se que a mulher é sensitiva e auditiva;
- Sussurre palavras de amor e paixão ao seu ouvido;
- Acaricie a parceira e beije suavemente todo o seu corpo;
- A mulher adora ser beijada. Beije-a ardentemente;
- O homem é visual. Ele sente prazer em ver;
- A mulher deve usar roupas sensuais e provocantes;
Uma vez iniciada a relação, basta a paixão para dar origem a todos os atos dos parceiros.
- O segredo é usar a imaginação, criatividade e espontaneidade;
- Todas as posições são admissíveis. Imite as posições dos animais;
- A mulher sente-se excitada ao perceber que está dando prazer ao parceiro;
- Desperte o prazer na parceira sem esquecer-se de si mesmo;
- O Kama Sutra declara que é dever do homem satisfazer sua parceira.
As coisas que aumentam a paixão deveriam ser feitas primeiro.
- O importante é continuar a manter o sentimento de harmonia;
- Fiquem abraçados, beijando-se e cariciando-se;
- Continue a fazer algo junto como tomar banho ou comer uma refeição leve;
- Lembre-se que para a mulher o sexo não significa necessariamente penetração:
- Lembre-se que é dando-se que se recebe. É amando que se é amado.
O amor basta-se a si mesmo. O amor não tem outro desejo senão de atingir a sua plenitude. ( Kahlil Gibran)
- Passados quase 2.000 anos o Kama Sutra continua sendo um livro atual, simplesmente porque o amor continua sendo a busca maior de todo o ser humano.
- O Kama Sutra não é apenas um livro sobre sexo. Ele ensina a expressar o amor através do sexo prazeroso.
- A grande diferença que houve neste período foi a conquista das mulheres na sua busca pela igualdade dos direitos.
- Hoje as mulheres não são mais submissas. Elas exigem também sentir prazer no sexo. Elas não estão dispostas apenas a dar prazer aos seus parceiros.IMPERADOR AQUARIANO
A arte de amar
Kama Sutra, é um antigo texto indiano sobre o comportamento sexual humano, amplamente considerado o trabalho definitivo sobre amor na literatura sânscrita (é uma língua da Índia, faz parte do conjunto das 23 línguas oficiais Índia).
O Kama Sutra foi escrito para a nobreza da Índia por um nobre chamado Mallanaga Vatsyayana, em alguma época entre 100 e 400 anos d.C. Escrito originalmente em sânscrito, está inserido na concepção de mundo da religião hindu. Seus ensinamentos, embora conduzam ao prazer, visam, em primeiro lugar, à elevação espiritual do homem, em sua trajetória religiosa.
A obra se tornou conhecida no ocidente graças ao explorador inglês sir Richard Burton (1821-1890), que não só traduziu-a, em 1883, como também publicou alguns exemplares secretamente.
Kama significa amor, prazer, satisfação. É um dos três sustentáculos da religião hindu. Os outros são Dharma e Artha. Dharma é o mérito religioso e Artha a aquisição de riquezas e bens.
Os hindus acreditavam que aquele que praticar Dharma, Artha e Kama, sem se tornar escravo das paixões, conseguirá êxito em todos os seus empreendimentos. Em outras palavras, deve-se desfrutar as riquezas e os prazeres sexuais sem jamais perder a virtude religiosa.
Naqueles dias, o nobre típico hindu levava uma vida de luxo ocioso e tinha bastante tempo livre para se dedicar, se assim o desejasse, ao aprendizado e ao aperfeiçoamento das habilidades sociais, sexuais e artísticas descritas em livros como o Kama Sutra.
Esperava-se do cidadão ideal que dedicava sua vida à conquista de três metas:
darma – aquisição de mérito religioso;
artha – aquisição de riquezas;
kama – aquisição de amor ou prazer sexual;
O Kama Sutra pretendia ajudar na terceira destas metas (kama).
Estas três metas possuem suas contrapartes modernas. Muitos de nós não somos tão voltados para a religião,mas buscamos desenvolvimento pessoal e realização; muitos de nós não aspiram grandes riquezas, mas sim ter o dinheiro suficiente para viver confortavelmente; e a maioria de nós quer um relacionamento sexual carinhoso.
O Kama Sutra era destinado aos homens, pois as mulheres na época eram submissas demais, mas isto não quer dizer que ele ignora as necessidades femininas.
O livro tem sete partes, com cerca de mil e duzentos versículos, nos quais o autor reuniu a tradição erótica hindu que já existia no século 1a.C. A segunda parte trata sobre sexo e explica as 64 artes que homens e mulheres devem dominar para se satisfazerem, com uma enorme enumeração de posições sexuais (+/- 500), beijos, abraços, arranhões e mordidas.
Com imagens surpreendentes, pelo menos para o leitor ocidental, já que o livro era dado como presente de casamento nos matrimônios hindus tradicionais, eram luxuosamente encadernados e tinha a função de ajudar o casal a consumar o matrimônio prazerosamente.
No Kama Sutra há muitas regras e classificações. Ele enumera, por exemplo, nove maneiras de mover o lingam(pênis) dentro da yoni (vagina), oito variantes de sexo oral, oito categorias de arranhões e oito de mordidas, quatro tipos de abraço suave, quatro de abraços apaixonados e três de beijos. As posições são decididamente acrobáticas e o sexo é comparado a uma batalha, na qual podem ser executados vários golpes em diferentes partes do corpo.
O livro dá muito valor a importância do tamanho dos genitais:
De acordo com seu lingam, o homem é classificado em lebre, touroou cavalo.
A capacidade da yoni de uma mulher a converte em cerva, éguaou elefanta.
De acordo com seu lingam, o homem é classificado em lebre, touroou cavalo.
A capacidade da yoni de uma mulher a converte em cerva, éguaou elefanta.
O Kama Sutra não se ocupa apenas das práticas eróticas, mas também da relação mais profunda entre homens e mulheres em sua totalidade. É um tratado para lhes ensinar o comportamento que devem ter diante do desejo e, cujas indicações deverão seguir para conseguir uma vida amorosa plena e feliz.
De fato, para o hinduísmo, o sexo e gozo são tão necessários quanto os alimentos para o bem-estar do corpo.
IMPERADOR AQUARIANO
IMPERADOR AQUARIANO
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Aquario
Alma sensível às forças sutís da natureza e aos motivos que movem os atos humanos; espírito investigativo e; imaginação iluminada; juízo imparcial e firme; caráter honesto e positivo; e temperamento independente e prático; atitude considerada e complacente; emoções sinceras, desinteressadas e um tanto impaciente; afetos serenos, desapaixonados, tíbios na expressão, porém cálidos no sentir; compostura séria e paciente; atitude digna, compreensiva e acolhedora; intelecto racional, com boa memória e sempre aberto a compreensão, sem preconceitos e disposto a assimilar idéias novas; gosto delicado com preferência para a originalidade e; costumes humanitários, com liberdade na ação, porém, rancoroso e radicais se desperta seu rancor; social, com forte tendência a buscar as reuniões, durante o dia busca a agitação e a noite a quietude.
Ser
tenho por tudo mesmo começo e por quase nada o meio .... sigo para seu mundo o fim de um meio par que haja o inicio de nosso começo em que ser perde o meio e o fim .
OLHAR
Esses olhos que me olham em pólvora de tão perto que eu ardo nessa massa imensa de poemas.
Alvura perdida onde por vezes morro de silêncio na quebrada dos quatros elementos desse teu olhar ardente.
Uma fantasia nunca esquece o orgão doce de cabelo quente, que nos enlaça nos quadris negros e molhados. A loucura tem mel, o teu, algures quieto á espera duma largura afogada. É inocente a teia sensível da desordem com que tu me tocas, no escuro , por esse canal vivo de coroa em labaredas...
O meu pénis abraça-te no poema que aqui para ti soletro. Tu sempre incendeias a carne suada que se desfaz na semente grave. O corpo é um forno de sexo, o teu, ânus uma queimada onde se morre na ardência vertical, demoníaca .
Meu sonho mulher, é morrer entre o côncavo lume implacável arfando no remoinho cego, baixo e
Inperador,Aquario Dragoriano
carta a minha alma
Tenho pensado em você muito mais que deveria, muito mais que o necessário; sinto que acertei em querer você entrasse na minha vida... ‘’(Eu sei que você não fez nada)’’
Mas a verdade e que vejo em você metade do que foi em min. no passado.
Esse sorriso que raramente aparece, esse olhar que poucamente brilha, e a distancia que cria entre as pessoas,... Você pode negar para min., mas a verdade mora dentro de você, e isso não vai mudar.
Quero extrair de você o que as pessoas não enxergam, por isso vou lhe mostrar o que tenho a oferecer...
A vida é assim... Às vezes nada acontece como nós queremos como nós desejamos, e esperamos algo... Mas nunca vem, amamos alguém... Alguém nos ama, mas não somos correspondidos e não correspondemos à altura.
temos a oportunidade de sermos felizes, mas não conseguimos; a felicidade esta onde nós menos esperamos está à frente diante dos nossos olhos, Mas por algum motivo não conseguimos enxergar, e quando conseguimos enxergar, já é tarde... Perdemos a oportunidade que não teremos mais
sentimos culpados por não termos enxergado o que esta diante de nossos olhos... “acredito... que a pessoa afetuosa seja uma pessoa que goste de si... Não me refiro ao narcisismo... Refiro-me a uma pessoa que goste de si como alguém que sabe que só podemos dar aquilo que possuímos, de modo que é bom começar a conseguir alguma coisa. Acho que a segunda coisa mais importante num indivíduo afetuoso é que ele se liberta de rótulos... Basta você ouvir um rótulo para pensar que sabe tudo sobre ele. Ninguém jamais se dá o trabalho de dizer: Ele chora? Sente? Entende? Tem esperanças? Palavras... Você se for uma pessoa afetuosa, se dirá o que significa uma palavra só depois de descobrir, por experiência, o que significa; não por acreditar na definição de outras pessoas.
Também acho que o indivíduo afetuoso é o que detesta o desperdício e não suporta a hipocrisia. Rosten diz: ‘Os fracos é que são cruéis. Só se pode esperar a brandura dos fortes. ’”
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